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25 De Dezembro: Natal

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História do Natal

Quando iniciou o natal?

Algumas celebrações de inverno eram comemoradas muito antes de existir o Natal, ou de se ter dado o nome ao Natal, até mesmo antes do nascimento de Jesus.

O Início desta celebração, aconteceu na Europa, onde os europeus comemoravam a chegada da luz, dos dias compridos e o fim do inverno europeu, tratando assim de uma comemoração Pagã pelo “Retorno do Sol”.

No início da história do Natal, esta festividade existia em várias partes do mundo, porém sem data fixa para ser celebrada, assim no século IV depois de Cristo, o papa Julius I, fixa uma data para esta celebração, mudando a história do Natal, 25 de Dezembro.

A idéia do papa era substituir os rituais pagãos por uma festa cristã.

O que é o Natal?

O Natal é um evento cristão socialmente mais importante, junto com a Páscoa e em países predominamente cristão, o Natal tornou-se o feriado mais rentável para lojas e alguns estabelecimentos, pois o Natal é caracterizado pela troca de presente entre família e amigos, sendo estes trazidos pelo lendário Papai Noel.

Natal no Mundo

Como se diz Feliz Natal em Outras Línguas? Qual o nome do Papai Noel ao redor do mundo?

As tradições natalinas são muito antigas mas não são imutáveis, elas se modificam em cada país conforme a cultura local.

Veja alguns exemplos de como o Natal é comemorado mundo afora.

A Austrália, no natal, lembra a origem britânica do país, incluindo o tradicional peru, mas por causa do calor alguns australianos comemoram o natal na praia.

A África do Sul tem seu Natal durante o verão, quando as temperaturas podem passar dos 30 graus. Devido ao calor, a ceia de natal acontece em uma mesa colocada no jardim ou no quintal. Tal como na maioria dos países, tradições como árvores de natal e presentes de natal são quase obrigatórias.

Na Inglaterra as tradições natalinas são levadas muito à sério, já que o país comemora o natal há mais de 1000 anos.

No Iraque, onde existem poucos cristãos, a principal tradição natalina é uma leitura da bíblia feita em família. Há também o “toque da paz”, que segundo a tradição natalina do Iraque, é uma benção que as pessoas recebem de um padre.

Na Rússia o natal é comemorado no dia 7 de janeiro, 13 dias depois do natal ocidental. Uma curiosidade é que, durante o regime comunista, as árvores de natal foram banidas da Rússia e substituídas por árvores de ano novo. Segundo a tradição natalina dos russos, a ceia deve ter muito mel, grãos e frutas, mas nenhuma carne.

Na Finlândia há a estranha tradição natalina de freqüentar saunas na véspera de natal. Outra tradição natalina na Finlândia é visitar cemitérios para homenagear os entes falecidos.

Nos países escandinavos o natal tem seu início em 13 de Dezembro, data em que se comemora o dia de Santa Luzia. Nas festividades desse dia existem tradições natalinas muito peculiares como uma procissão em que as pessoas carregam tochas acesas. Fora isto, as tradições de natal suecas são muito parecidas com as do resto do ocidente.

No Japão, onde só 1% da população é cristã, o natal ganhou força graças à influência americana, depois da segunda guerra

 

Como dizer Feliz Natal em Vários Idiomas

Cada país festeja o natal de uma forma distinta e também criou saudações especiais para essa data tão especial. Aprenda como dizer feliz natal em vários idiomas, nunca se sabe quando você encontrará um finlandês para conversar…

Albanês – Gezur Krislinjden

Alemão – Frohe Weihnacht

Armênio – Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand

Bretão – Nedeleg laouen

Catalão – Bon Nadal

Coreano – Chuk Sung Tan

Croato – Cestit Božic

Espanhol – Feliz Navidad

Esperanto – Gajan Kristnaskon

Finlandês – Hyvää joulua

Francês – Joyeux Noël

Grego – Kala Christougena

Magyar – Kellemes Karácsonyt

Inglês – Merry Christmas

Italiano – Buon Natale

Japonês – Merii Kurisumasu (modificação de merry xmas)

Mandarim – Kung His Hsin Nien

Norueguês – GOD JUL

Occitan – Buon Nadal

Polaco – Wesolych Swiat Bozego Narodzenia

Português – Feliz Natal

Romeno – Sarbatori Fericite

Russo – S prazdnikom Rozdestva Hristova

Tcheco – Klidné prožití Vánoc

Sueco – God Jul

Ucraniano – Srozhdestvom Kristovym

Símbolos De Natal

Em muitos países do Mundo, um Natal sem presépio não é Natal. Esses cenários coloridos que representam o nascimento do Menino Jesus, a adoração dos pastores e dos Reis Magos, são expostos tanto em igrejas como nos lares onde se passa o Natal em família. Trata-se frequentemente de valiosas peças que são passadas de pais para filhos.

Mas, os presépios nem sempre existiram, A tradição do presépio, na sua forma atual, tem as suas origens somente no século XVI. Antes dessa época, o nascimento e a adoração do Menino Jesus eram representadas de outra maneira.

Os Cristãos celebram a memória do nascimento de Jesus desde finais do séc. III. E, é precisamente nessa época que datam os primeiros testemunhos referentes a peregrinos que se dirigiam ao local de nascimento de Cristo, a gruta de Belém. O Nascimento de Jesus é representado em imagens desde o séc. IV: relevos em sarcófagos ou em instrumentos litúrgicos, assim como afrescos, mostram a Virgem Maria, a adoração dos Reis Magos e o Menino a repousar no seu leito. A primeira réplica da gruta no Ocidente foi executada no séc. VII em Roma, onde em Santa Maria Maggiore um particular proveniente da gruta era adorado em relíquia. Mais tarde, colocou-se uma manjedoura de madeira nesse mesmo local, da qual provavelmente provem as tabuinhas que ainda hoje são veneradas como parte do presépio onde dormira o Menino Jesus.

O ano de 1223 assinala um acontecimento importante para o desenvolvimento da adoração do Menino Jesus: nesse ano São Francisco festejou a véspera do Natal juntamente com os seus irmãos e cidadãos de Assis, não como habitualmente na igreja, mas sim na floresta de Greccio que se situava perto da cidade. Tinha mandado transportar uma manjedoura, um boi e um burro para o local, de forma a tornar a liturgia do Natal mais compreensível e acessível.

O Santo da aldeia de Greccio tinha assim criado uma nova Belém – uma Belém na Itália. Devido a esta encenação da noite do nascimento do Senhor, São Francisco de Assis é frequentemente visto como o inventor do presépio, o que no entanto, não corresponde de forma alguma à verdade, já que depois de São Francisco ainda se iriam passar mais três séculos até ao aparecimento dos primeiros presépios.

Na escultura do séc. XIII encontram-se testemunhos que englobam todos os elementos do presépio. No séc. XV começa-se a manifestar o desejo, típico para a forma de viver a religiosidade nessa época, de representar cenicamente e de uma forma muito espontânea, os acontecimentos bíblicos e o local onde sucederam o que leva à criação de algumas reconstruções não modificáveis da Noite de Natal. Frequentemente estas representações eram compostas por figuras em tamanho natural, sendo expostas em salas de oração concebidas para o efeito.

No gótico, na região do norte dos Alpes, encontram-se, sobretudo presépios em retábulos com figuras talhadas que relatam os acontecimentos do Natal, completados por graciosas cenas do cotidiano. Normalmente, o painel central representa a adoração dos Reis, enquanto que pequenos relevos, com cenas como a anunciação aos pastores e seu caminho em direção ao presépio, formam o pano de fundo.

Os painéis laterais interiores e exteriores mostram quase sempre cenas da vida da Virgem Maria e do Menino Jesus. No entanto, trata-se igualmente de composições estaticas, pois só abrindo e fechando os painéis que se consegue relatar o seguimento dos acontecimentos litúrgicos. Além das representações pictóricas, as interpretações de temas espirituais serviam igualmente para explicar os textos do Evangelho, que para muitos crentes eram absolutamente inacessíveis.

O desejo cada vez mais forte de encontrar reconstruções plásticas dos acontecimentos do Natal, irá por fim abrir um caminho que levará às representações pormenorizadas, que possibilitam ao observador uma identificação com as personagens históricas, e que hoje em dia conhecemos sob o nome de presépio. Em finais do séc. XV, as figuras das cenas de Natal, libertam-se pouco a pouco das paredes dos altares, começam a aparecer pequenos grupos de figuras que devido à sua praticidade podiam ser admiradas de todos os lados.

Inicia-se aqui a história do presépio. Somente a partir da época em que se começa a executar figuras soltas, frequentemente articuladas e tecnicamente independentes umas das outras, é que existe a possibilidade de montar cenas diferentes todas seguidas numa sequência pré-definida. É esta a característica principal que distingue o presépio de todas as outras formas de representação do nascimento de Cristo: o presépio é modificável e pode ser montado pelo artista que o executou, segundo as diferentes épocas do calendário litúrgico.

Outros critérios são a colocação temporária do presépio em épocas definidas e num espaço de tempo estabelecido e também o seu retorno regular todos anos.

O calendário do presépio começa normalmente com a anunciação à Vigem Maria, seguida pela visita a Santa Isabel, que está à espera de um menino, o seu filho São João Baptista. A procura de um albergue em Belém dá inicio ao ciclo do Natal em si. Segue a anunciação aos pastores e aos Reis Magos, assim como o cortejo destes dois grupos distintos em direção ao presépio e a adoração. A fuga para o Egito finaliza o circulo mais restrito dos festejos do Natal.

Alguns presépios mostram como última cena as bodas de Canã – o primeiro aparecimento de Jesus em público. Mas também havia, sobretudo em igrejas e conventos, os chamados presépios anuais, cujas figuras e adereços permitiam que se representassem todos os acontecimentos do ano eclesiástico, seguindo a ordem cronológica. Por vezes ainda eram mostrados os acontecimentos da Páscoa e da Quaresma, os chamados presépios da Quaresma.

Mas, um presépio não é somente constituído por figuras: a paisagem contribui da mesma forma como os edifícios que não se limitam somente ao estábulo para o efeito geral das cenas. Além do mais, a veracidade de muitas das cenas deve-se, sobretudo aos pequenos adereços, os quais normalmente são típicos da região em que os presépios são executados.

Provavelmente, o cenário que hoje é conhecido como presépio, foi criado na Itália no séc. XVI. A primeira notícia sobre um presépio em uma casa privada encontra-se no inventário do Castelo de Piccolomini em Celano, supostamente elaborado em 1567.

Segundo consta do inventário, a duquesa de Amalfi, Constanza Piccolomini, possuía dois baús com 116 figuras de presépios com as quais representava o nascimento, a adoração dos Magos e outras cenas que não são especificadas.

Até finais do séc. XVIII eram, sobretudo as cortes que se dedicavam à construção de presépios e que fomentavam esta arte, levando os artistas a criarem figuras de excepcional qualidade como vemos nos presépios Napolitanos.

 

Árvore:

Representa a vida renovada, o nascimento de Jesus. O pinheiro foi escolhido por suas folhas sempre verdes, cheias de vida. Essa tradição surgiu na Alemanha, no século 16. As famílias germânicas enfeitavam suas árvores com papel colorido, frutas e doces. Somente no século 19, com a vinda dos imigrantes à América, é que o costume espalhou-se pelo mundo.

 

Presentes:

Simbolizam as ofertas dos três reis magos. Hábito anterior ao nascimento de Cristo. Os romanos celebravam a Saturnália em 17 de dezembro com troca de presentes. O Ano Novo romano tinha distribuição de mimos para crianças pobres.

 

Velas:

Representam a boa vontade. No passado europeu, apareciam nas janelas, indicando que os moradores estavam receptivos.

 

Estrela:

No topo do pinheiro, representa a esperança dos reis-magos em encontrar o filho de Deus. A estrela guia os orientou até o estábulo onde nasceu Jesus.

 

Cartões:

Surgiram na Inglaterra em 1843, criados por John C. Horsley que o deu a Henry Cole, amigo que sugeriu fazer cartas rápidas para felicitar conjuntamente os familiares.

 

 

Comidas típicas:

O simbolismo que o alimento tem na mesa vem das sociedades antigas que passavam fome e encontravam na carne, o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.

 

Fonte: www.portalsaofrancisco.com.br

 

 

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